terça-feira, março 09, 2004

Amigos verdadeiros...

Posso contá-los tranqüilamente nos dedos de uma mão. São tão preciosos que não posso conceber a idéia de perder nenhum deles. Escolho-os não pela cor da pele, mas pela pureza e lealdade no olhar. Pela alma exposta... Não se escondem atrás de interesse e futilidade. Sabem que nada tenho a lhes oferecer a não ser atenção e amizade que são mútuos.
São todos eles assim: metade loucura e outra metade santidade. Agüentam o que há de pior em mim, e ainda conseguem rir das mesmas piadas que conto há anos! São profundamente sérios quando é preciso mas nunca deixaram, em momento algum, a alegria de lado. Amigo que não ri e não faz besteira junto, também não sabe sofrer junto.
Enfim, procurei palavras para escrever um post digno dessas pessoas. Me esforcei, mas acho que minhas palavras não fazem justiça à importância que eles têm pra mim. Não preciso citar nomes, nem devo, essas pessoas são tão poucas e tão preciosas que sabem exatamente quem são, e sabem que esse texto é dedicado à elas. Sinto-me profundamente feliz e honrado por ter um punhado dessas pessoas iluminadas que fazem parte da minha vida.
Meu avô me disse uma frase, a muito tempo atrás, que guardo até hoje: "Se no final da tua vida tiveres feito dez amigos verdadeiros, então você teve uma vida realmente notável!"
E vendo-os assim, loucos e santos, sérios e bobos, compreendo que todo o resto não passa de uma simples e patética ilusão...

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